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A primeira edição do Fashion Revolution em Pelotas foi um sucesso. Quem foi até o Parque Tecnológico conferiu uma feira de economia criativa com marcas autorais e brechós, uma edição especial da Feira do Rolo – para trocas, palestra sobre slow fashion, exposição e mesa redonda com iniciativas sustentáveis locais.

Foi muito bacana ver tanta gente engajada na causa, disposta a repensar os hábitos de consumo. Precisamos de pessoas corajosas e dispostas a promover mudanças. Confere o clima do evento pelo registro da fotógrafa Jade Luzardo:

<< Mas afinal, o que discutimos?

O Fashion Revolution acredita que a moda deve ser ética e transparente. O primeiro passo para conseguir a transformação é incentivar o consumidor a questionar de onde vem suas roupas, quem as produz. Nas duas últimas décadas o consumo aumentou 500%. Somos seduzidos pelo poder de compra, pela satisfação egoísta de uma falsa necessidade. Por trás disso existe um sistema cruel que inclui barateamento da mão de obra através da terceirização ilícita, trabalho infantil e trabalho em condições análogas à escravidão. Esse modelo de consumo deixa um rastro de desigualdade, poluição e degradação. É preciso estar disposto e sair da zona de conforto e exigir produtos de melhor qualidade, com maior durabilidade e com uma cadeia produtiva mais justa.

Cliques do espaço de photo booth:


Que venha o Fashion Revolution 2018! Até lá vamos fazer a nossa parte. Se informe para agir de forma coerente com o que acredita, cada um de nós tem uma parcela de responsabilidade nesse sistema. A revolução pode – e deve – ir além da moda.

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